Como foi que chegamos aqui
Após mais de 6 anos, servindo a Igreja da Paz Central de Santarém/PA, Eduardo e Fiamma Nascimento mudaram para a cidade de Volta Redonda/RJ, onde estabeleceram a igreja em 08 de junho de 2003.
A igreja teve início a partir de uma célula de mulheres, em sua residência e, cerca de 2 meses mais tarde, realizaram o primeiro Culto de Celebração, na igreja que se reunia em sua casa, quando tiveram a presença de 28 pessoas.
O nome que acabamos adotando, por orientação de nosso amigo e mentor, o Pr. Donald Shaffer é um nome bastante forte e bem apropriado para nossa caminhada.
Esse nome fala “dos inícios”, mas, também aponta para “um novo começo”, razão bem adequada para o nome que passamos a adotar.
Esse é um pouquinho do nosso “princípio” e da nossa história e, os que já têm caminhado conosco, sabem o quanto cremos que “nem olhos viram, nem ouvidos ouviram, nem jamais penetrou em coração humano o que Deus tem preparado para aqueles que o amam”.
E você pode ter certeza de que nós O amamos… Porque Ele nos amou primeiro.
Somos fruto do meio em que já vivemos e de todo aprendizado, que nunca cessa em nossa vida. Queremos viver assim todos os dias, sabendo o quanto a igreja do Senhor precisa ser dinâmica, seguir o vento do Espírito Santo e sempre se deixar renovar, para poder experimentar o vinho novo; mas como um odre novo, senão tudo o que Ele derramar vai se perder.
Isso nos levou, depois dos anos trabalhando com Grupos, Células e Reuniões nas casas a entender que deveríamos “andar” naquilo que sempre foi luz para nós, o M.D.A. (Modelo de Discipulado Apostólico), com base na Igreja da Paz de Santarém e Fortaleza.
Logo, estamos procurando andar naquilo sobre o que já temos luz da Palavra, e aprendido de outros ministérios. E na Bíblia, vemos em Gn 1:28 a ordem de Deus para “frutificar e se multiplicar”.
Para cumprir a ordem, o Senhor deu ao homem poder e autoridade sobre a terra e a criação. Tudo isso, antes da terrível desobediência e queda humana. Mas esse era e é o plano original, o “Princípio da Multiplicação”. Tenho esperança de que este seja um ponto comum para toda a Igreja.
Quando Jesus, já ressurreto, veio falar com seus discípulos, para lhes dar as últimas instruções (Mt 28:18-20), começa informando que toda a autoridade e poder, perdidos pelo primeiro Adão haviam sido restaurados e que o plano original do nosso Deus era o mesmo: “crescer e se multiplicar”, ou seja – dentro do meu entendimento – “ir e fazer discípulos”.
Ele lhes mostrou que era tempo de um “novo começo”, feito pelo cálice da Nova Aliança, através de Seu precioso sangue.
Cremos que a igreja cristã deve concordar em pelo menos duas áreas: fomos separados para sermos um testemunho vivo (1Pe 2:9); fomos estabelecidos como Igreja para fazermos discípulos (Mt 28:18).
Isso implica em pregação, ensino, acompanhamento e envio dos irmãos.
Se você nos pedisse para resumir, em poucas palavras, tudo o que estamos buscando comunicar, diríamos que a tarefa para a qual Deus incumbiu o homem foi o “Princípio da Multiplicação”, e que esse “chamado”, essa “vocação” não foi deixada de lado, nem abandonada por Deus, pois todo o cristão normal deve, naturalmente, “crescer e se multiplicar”.
Por isso evitaremos dizer quantos discípulos, ou quantas pessoas cada um de nós deve alcançar e cuidar, antes, diremos que certamente existe uma medida da capacidade de Deus, na vida de toda e qualquer pessoa, “nascida de novo” para dar frutos e trabalhar para que eles permaneçam (Jo 15:16).